domingo, 5 de abril de 2009

Orquestra Vocal do Recife : Frevos & Maracatu no Carnaval 2009, contou com participação Especial PERSEPTOM-SP

A Orquestra Vocal do Recife, surgiu com propósito de executar as grades orquestrais de Frevo, com um deferencial sendo tudo no Gogó. Tudo feito só com vozes humanas e nada mais além desses maravilhosos e completos instrumentos.

PARA OUVIR:
DUDA NO FREVO
MÁSCARA NEGRA
EVOCAÇÃO N.1   
MADEIRA QUE CUPIM NÃO ROI
OLHA PRO CÉU MEU AMOR



                                                                                                                                                                                                                                                                                           

Há uma Lei Federal 11.769 que obriga o ensino da música nas Escola.

Nós nos antecipamos, em propor formalmente, que a base de iniciação musical e educação musical nas Escolas venha a se expressar em prima atuação por grupos vocais\pratica do canto coral.

http://musicarecife.com/artistas/artista/613

Para se chegar a um resultado legal com vozes humanas, em termos de orquestra vocal, é necessário que canta cantor tenha um longo caminho percorrido no sentido de iniciação musical, formação em técnica vocal de forma sólida.


Por isso a prática do canto-coral, gênese da ação preparatória para grupos vocais, poderá se prestar de forma eficiente como ferramenta para educação musical. Para tal precisamos de pessoas\professores com boa formação acadêmica, por exemplo anatomia do aparelho fonador, domínio, "per si", das bases da técnica vocal e segura formação musical para não gerar danos irreversíveis nas cordas\pregas vocais dos alunos e alunas da Rede Pública de Ensino.

Claro que o início da Educação Musical pela prática do Canto Coral é indiscutivelmente a melhor forma por não haver necessidade compra de intrumentos musicais extra-ser-humano.

A outra questão muito importante é termos uma política de Educação Musical para o Brasil, ainda inexistente, apesar do "gen" musical nacional e suas diversidades muitculturais com grande valor etnomusicológico em vários sentidos.

Abordamos política aqui como a arte de definir ações para curto, médio e longo prazo a partir das verbas e recursos financeiros disponíveis nas esferas de Governo: Municpal, Estadual e Federal.



Lamentavelmente ainda não temos a clareza dessa política em tremos de educação musical. Nem nas Empresas Estatais de Educação, nem nas Empresas Privadas de Educação do Pré-Escolar a Pós Graduação. Essa última, em tese, deveria estar orientando a gerências e fomentando política pública, mas na realidade não possui política de educação musical, em termos amplos da acepção da palavra nem pra si, majoritariamente, salvaguardo poucos casos.

Em Recife chegamos a propor e executar através de articulações empreendidas pela Federação Pernambucana de Corais - FEPECO, quando iniciamos no ano 2000 Canta Natalina na Sacada do Palácio do Governo de Pernambuco:

http://www.pernambuco.com/anteriores/2000/12/22/urbana8_0.html

Em seguida foi criada nova personalidade jurídica, a Abcantocoral\Federação de Coros - PE, pois a antiga FEPECO estava e ainda está com pendências na Receita Federal.


A Abcantocoral iniciou uma série de articulações e ações no sentido de implementação do Canto Coral nas Escolas da Rede Pública a exemplo dos trabalhos desenvolvidos no Projeto Escola Aberta\Unesco: http://www.abrc.com.br/noticias.asp?id=208

Chegamos a fazer um Coral composto por Mil Vozes com alunos da Rede de Ensino Municipal do Recife naPraça do Marco Zero: http://www.pernambuco.com/diario/2003/12/22/urbana7_0.html


Agora a Orquestra Vocal do Recife é mais um produto afinado com o plano institucional da Abcantocoral\Federação de Coros -PE, no sentido de busca da qualidade performática que se propoé a oxigenar os novos rumos do canto coral no Estado. Podemos dizer que a fina flor contemporânea dos equipamentos vocais hoje são so grupos vocais. Isso por si só é um contra-ponto a timidez da maioria dos coralistas em se aproximarem de um microfone unidirecional. Na prática do Grupo Vocal, cada cantor fica com seu microfone e não tem como se esconder, ou canta ou não canta.
Isso tá em sintonia com a Era de Aguário, simbolicamente o momento em que o pano cai. Tipo, só ficará de pé quem tem estrutura no sentido de formação.


É muito mais emocionante fazer mesmo do que fazer de conta que se faz.


Quem participa de Coro sabe bem do que to falando. A salvação para se fazer música coral com mais qualidade, em relação ao cenário atual, local e nascional, seria os grupos vocais.
Daí estarmos apontando uma sugestão de política pública para Educação Musical. Curto prazo: cantigas de roda; Médio prazo: aprofudamento dos cânones com alfabetização dos signus musicais através dos jogos musicais etc. e a longo prazo, o alvo de chegada: Grupos Vocais. Em Pernambuco as Orquestras Vocais.

Estamos também sintonizados com o são João, a Orquestra Vocal se transforma em dois grupos, as mulheres reproduzem a malha harmônica das teclas brancas da sanfona e os homens a malha das teclas dos sons graves. Assim desenvolvemos um conjunto de músicas juninas num show que tem nome "fole vocal". São músicas do repertório clássico do ciclo junino, forró, xote, baião. Olha pro céu meu amor....














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